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29/09/2015

Mangá Operação Big Hero Vol. 1


Olá pessoal! Hoje é dia de fofura, é dia de vomitar arco-íris, é dia de falar sobre mangá! E que mangá! Quem aí já assistiu a animação da Disney chamada Operação Big Hero? Pois bem, que tal agora ler o mangá inspirado no desenho?! Eu li o volume um, e estou na busca do dois!

14/08/2015

Mangá: O Estranho mundo de Jack


Existem animações que marcam sua infância, e O Estranho Mundo de Jack é um desses filmes que até hoje fazem parte da minha vida! Quando descobri que existia um mangá do "desenho", fiquei louca!

30/07/2014

Livro: Madame Bovary

Título: Madame Bovary
Autor: Gustave Flaubert
Tradutor: Nabuco Araújo
Ano da Primeira Publicação: 1875
Editora: Abril
Ano de Publicação desta Edição: 1981
Número de Páginas: 257
Minha Avaliação: ♥ ♥ ♥ ♥

"E por isso eu culpo toda e qualquer manifestação esotérica, pelo meu amor volúvel que vai para qualquer pessoa que me desperte algo que valha terminar o dia, e sendo assim é mais fácil despejar em alguma coisa impalpável a minha incapacibilidade de ser como o resto das pessoas.
Porque eu nunca tive motivos para acreditar em nada que dure para sempre."

Primeiramente preciso dizer que esse livro foi um escândalo para época. Para quem o lê hoje, não há nada de mais, além do fato da esposa trair o marido (uma coisa errada mas tão comumente exposta nos dias de hoje). Para o século XIX tinha tudo que não podia ter num romance. Gustave Flaubert inaugurou a narrativa moderna e realista com Madame Bovary. A nossa falta de espanto está justamente aí, porque depois dele, outros livros com o mesmo tom de escandaloso começaram a aparecer, e óbvio, se tornou comum. Mas que foi uma revolução na literatura, ah foi. Gustave foi até acusado de ofender a moral e a religião, e foi levado aos tribunais, onde soltou a famosa frase: "Madame Bovary ces't moi!" (Madame Bovary sou eu!). Foi absolvido pela justiça, mas para os  metidos a puritanos, historiar adultérios ainda era um absurdo.

24/07/2012

Mente Assassina

Autor: P. D. James
Editora: Abril Cultural
Ano: 1963
Número de Páginas: 201

“Em algum lugar uma mulher estava gritando. Era um barulho horrível, alto, contínuo e completamente animalesco. Seu efeito sobre o dr. Steiner foi estranhamente desagradável. (...)(Dr. Steiner) _Não, francamente, assim não dá! Onde anda a senhorita Bolam? Será que não tem ninguém nesta clínica para supervisionar as coisas?(...)Os gritos da moça estavam se transformando em vagidos, mas seu corpo inteiro trepidava e ela estava mortalmente pálida. _Qual é o problema?, Perguntou o dr. Steiner, ríspido. O que ela está sentindo?(...)(Jennifer Priddy) _É Miss Bolam. Ela está morta. Alguém a matou. Está na sala do arquivo no subsolo. Foi assassinada. Eu a encontrei. Enid foi assassinada!”
Não, não é Agatha Christie. Parece, mas é outra célebre escritora britânica, a Phillys Dorothy James, reconhecida como uma das escritoras que mais influenciaram o gênero literário do romance de mistério, sendo especialmente notável a forma como caracteriza as suas personagens e a sua habilidade em construir atmosferas plenas de detalhes. Em Mente Assassina, James narra mais uma dos curiosos casos do inspetor da Scotland Yard, Adam Dalgliesh, dessa vez um estranho homicídio numa clínica psiquiátrica.
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