Título: A Bagaceira
Autor: José Américo de Almeida
Ano da Primeira Publicação: 1928
Editora: José Olympio
Ano de Publicação Deste Volume: 2004
Número de Páginas: 153
Minha Avaliação: ♥ ♥ ♥
"Há muitas formas de dizer a verdade. Talvez a mais persuasiva seja a que tem a aparência de mentira."
Sei que andei muito sumida ultimamente desse blog. Estou com dois problemas para postar aqui: o primeiro é a falta de tempo que persiste em me impedir de postar, porque agora estou dando uma de Julius e tenho dois empregos; e o segundo, ligado ao primeiro, é a falta de livros lidos para escrever minhas resenhas (sim, já escrevi sobre todos que li). Como estou sem tempo até para ler, fica difícil escrever também rs. Mas vou tentar aparecer por aqui vez ou outra. E chega de delongas que ainda tenho um livro para resenhar para vocês. O livro de hoje é o romance A Bagaceira.
A Bagaceira é um romance do escritor José Américo de Almeida, publicado em 1928. É considerado o marco inicial do romance regionalista do Modernismo brasileiro. O enredo baseia-se na seca de 1898 e 1915, e trata das questões do êxodo rural, os horrores gerados pela seca, além da visão brutal e autoritária do senhor de engenho, representando a velha oligarquia. Tem caráter de crítica social e foi importante base para as obras de autores como Graciliano Ramos (Vidas Secas), José Lins do Rego (Fogo Morto) e Rachel de Queiroz (O Quinze). É uma trágica história de amor que funciona como uma denúncia sobre a questão social no Nordeste.
A Bagaceira é um romance do escritor José Américo de Almeida, publicado em 1928. É considerado o marco inicial do romance regionalista do Modernismo brasileiro. O enredo baseia-se na seca de 1898 e 1915, e trata das questões do êxodo rural, os horrores gerados pela seca, além da visão brutal e autoritária do senhor de engenho, representando a velha oligarquia. Tem caráter de crítica social e foi importante base para as obras de autores como Graciliano Ramos (Vidas Secas), José Lins do Rego (Fogo Morto) e Rachel de Queiroz (O Quinze). É uma trágica história de amor que funciona como uma denúncia sobre a questão social no Nordeste.
